PERGUNTAS E RESPOSTAS

Algumas perguntas não deveriam ser respondidas. Jamais. “Você ainda me ama?” “Você também me quer?” “Você realmente quis dizer isso?”
Algumas peguntas nunca deveriam ser feitas. Deveriam morrer ao vento, apagar-se antes de ouvidas ou lidas, nunca ter existido.
Certas respostas machucam. Podem ser falsas ou demasiadamente verdadeiras. Podem não ser o que queríamos ouvir. “Não, não te amo mais.”, “não, eu não te quero,”, “Sim, tudo que falei foi sincero.”
E certas perguntas, que geram novas perguntas, corroem. “Sim, ainda te amo. Como não consegue perceber? E até quando terei provar o amor, até quando vou conseguir provar?”, “Sim, eu também te quero. Te quero tanto quanto te queria há meses atrás, quando tu nem me olhava. Aonde estava você então?”, “Não, eu não fui sincero. Não fui sincero, porque tenho que mentir, porque a verdade não te basta. Até quando a gente aceita viver assim?”
Perguntas e respostas que jamais deverias ser feitas. Posso perguntar uma coisa?

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